Minha Frase preferida desde o mes de julho de 2013


"A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque (ela a amizade) não existe." Jean Cocteau

Seres Espelhados Espalhando Sonhos e Delírios como eu

Translate

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Vontades Novas



Eu não queria ter versos novos
Se minhas vontades
Novas não fossem
Mas elas são

Pois  me trazem
Certezas  e encantos
Que antes eu
Não tinha

Nada de mais
Ou de extraordinário
Apenas essa
Paz me conduzindo

Vontades essas
De me permitir mais
De fazer o respeito
Por mim de fato valer

É por ser Poeta
Que valorizo
Esse tempo de fazer valer
As vontades Novas

CatiahoAlc/ReflexodAlma
021051002

domingo, 13 de agosto de 2017

silvioafonso para DIA DOS PAIS de 2017: MEU PAI


Eu me lembro bem, como se fosse hoje, o meu pai deitado 
com a cabeça escondida entre as mãos e o travesseiro. 
Eu, menino e feliz corria e me jogava sobre a cama em cima 
dele. Eu ficava sem saber o que fazer com as desculpas que 
ele me dava ao dizer terem caído uns ciscos em seus olhos e 
com eles vermelhos, me abraçava, beijava o meu rosto e 
sorria pra mim. 
Hoje eu sei como é difícil esconder o pranto que não quer 
cessar. Como é difícil não chorar para não ter que explicar as
lágrimas. 
O meu pai chorou por não ter o mínimo necessário pra nos dar
e eu choro por coisas que não sabia existirem no meu peito e 
que agora me sufocam e me fazem, tão triste.
"Meu pai!
Saudades enormes de você.
Faço tudo para ser igual, mas vejo-me tão distante dos seus 
passos que penso, até, em parar de caminhar".


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O gosto da Vida



As vezes insípta 
Outras salgada
Assim me parece
O gosto da vida
É quase uma gangorra
Ora em baixo
Ora em cima
Muitas outras 
Parados no meio
Nem sempre somos 
Os comandantes dessas ações
Apenas nos vemos ser
Comandados ou empurrados
Não gosto nem de uma nem de outra
Aprendi a me mover
Conforme minha vontade
Uma vez alguém me disse
Ser Eu um ser adaptável
Impressão ilusória
Pois se o sembrante sereno
Associado  a minha voz tranquila
Nada revela o furacão dentro 
De meu peito
Muito menos o vozerio
Transitando em minha mente
Os serres são incoerentes
Falam o que não fazem
Fazem o não fechado em acordo
Ou mesmo desfalam o dito
Confesso que me condiciono a
Observar sem Absorver
Mas por dentro
A tristeza me berça
As lagrimas fazem fila 
Aguardando a noite
Quando todos dormem
E não haverá atenção
Sobre meus soluços
A vida não é menos bela por isso
Eu não sou menos feliz
Apenas aceito a parte que me cabe
E sigo adiante
Mal aguentando a hora
De virar essa pagina
E deixar o novo dia
Chegar trazendo de volta a minha
Tão valorizada e repeitada
Liberdade de ser eu mesma
E de poder com toda 
Minha alegria e satisfação
 Abraçar meu ir e vir
Catiaho Alc.
entre sonhos e delírios
11 de agosto de 201718:41

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Sob Sol ou Sob Chuva Eu SOU Poeta graças a Deus!


Esta foto foi tirada por meu esposo em um dos momentos felizes em um dos
maravilhosos passeios que fizemos com a famíliafilhadaamiga  mais chegada que
irmãos que temos a graça de ter. A cidade é Penedo RJ/Brasil.

Nos intempéricos da vida
Ilusão inútil não alimento mais
Sigo sendo realista
Abraçando sempre versos a mais
Se um dia nasce chuvoso
Agradeço ao criador
Pego minha sombrinha
E sigo no meu labor
Caso o Sol nos presenteie
Com seu brilho e fulgor
Caminho ligeira pela rua
Cuidando com esmero 
Do que foi confiado 
A vida é um presente
Acordar e sentir a vida
Um belo presente sempre inovador
Pra que valorizar as Dores
Se posso superar e sempre 
Ao novo dia a dia 
Dar o devidor valor?
Sou Poeta e assumo
Escrevo o que me manda o coração
Reúno tudo em uma prece agradecendo ao Criador
Em uma contante oração
Escrevo Versos diversos
Sob Sol ou sob Chuva
Afirmando com alegria:
Sou Poeta sempre
Sim senhor!
CatiahoAlc./Reflexod'Alma
07/08/017 15:35h TI

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Quando penso na Meta



Me encanto com a
Possibilidade
Da mudança
Do jeito livre
Da vida ser 
Prevista
Vista
Revista

Até
Imprevista
Penso na beleza do tempo
No caso
Sem descaso
Deixo a pressa
Calmamente
Abraço a
Meta mor fose
Saio da condição de
Lagarta
Descanso no casulo
Preparando minhas asas
Para o Vôo
Pois estas
Já não cabem mais
Nessa simplória
Mulher Poeta
Assim 
Borboleta
Com asas ágeis
Multi coloridas
Prossigo a jornada
Proposta pela
Meta
Da
Trans 
For 
Mação
Catiaho Alc./Reflexod’Alma

710207729112

domingo, 30 de julho de 2017

Meta Mor Fose esse Pulsar Excitante e Constante da Vida


É meta
É mor
È meta morfose
É trasn
É forma
É trasn formação
É a Vida seguindo adiante
Em constante
Movimentação


Uma das minhas características é a de ser Observadora.
Sempre fui assim, mesmo quando falava mais 
que a boca ou falava impulsivamente antes de pensar nove vezes. 
Independente de falar mais que a boca Eu sempre consegui ver e ouvir todo tipo de situação e guardar pelo tempo  necessário.
Sou uma mulher madura, e quando digo madura me refiro a ter idade e experiência.
Tenho por costume chegar as janelas
 de minha casa (apartamento) e observar 
o movimento lá fora. Por dias percebi haver algo diferente na laranjeira bem antiga lá no jardim. Observei até pousar o olhar na folhagem e duas delas estavam escamadas, robustas. Para meu arrepiar de pele, eram lagartas, lagartas e lagartas!
Já em estágio avançado da meta mor fose. Talvez fossem mais de uma dezena delas e se alimentavam vorazmente.
Havia duas possibilidades: ou Eu enfrentava e interrompia o processo matando as lagartas; ou deixava o processo seguir adiante. Por mais que possa parecer não era uma decisão simplória.
 Pasmem: minha decisão foi deixar a Natureza em paz. Porém inscia não prestei atenção no tempo. Fechei a janela quando o manto da noite cobriu o céu. A nova manhã trouxe o frescor da chuva leve, ao abrir novamente as janelas e especificamente aquela janela a laranjeira estava molhada e as folhas lisas, inclusive aquelas que hospedavam as lagartas. Olhei a redor e nenhuma delas consegui visualizar. Fui ao jardim conferir e nada. Pensei com meus botões: a natureza cuidará desse assunto.
O tempo voltou a se firmar, as nuvens seguiram viagem, o sol brilhou novamente. Na terceira noite depois da chuva, fui até a calçada para tentar captar uma foto da Lua que magnifica encantava a todos, porém antes, ainda na varanda deparei com uma robusta lagarta que desengonçadamente parecia ter pressa em subir na parede. No muro do lado de fora da portaria haviam outras. Salvei algumas dos pés apressados que iam e vinham, eu as coloquei  em galhos da árvore de abricó. A vida seguiu seu curso, os dias passaram. Contudo não deixei de pensar na pressa das lagartas, a natureza tem seu tempo e a meta mor fose é um fato concreto,  logo a pressa era devido a necessidade de estar em segurança no momento em que o casulo se formasse e a movimentação externa cessasse guardando dentro dele o prosseguimento ao processo de transformação.
Todos os dias seguintes eu passava onde haviam casulos e fotografava. Não fiz contagem dos dias, apenas observava e fotografava. Em um domingo meu filho mais velho veio de Vitória (capital do ES) onde mora com a família para nos visitar, já a noite depois de os acompanhar até o carro e me despedir, observadora como sou percebi na calçada uma Borboleta meia desengonçada tentando chegar até o canteiro mais próximo. Com calma  a conduzi até lá, tirei fotos e não satisfeita segurei levemente suas lindas e frágeis asas, a arrumei em um galho mais alto da árvore de abricó.  Voltei a portaria do prédio onde moro e passei os olhos pelo muro, pelas ferragens, pelos beirais do prédio e o até então incógnito a meu olhar se descortinou: Vários casulos de variados tamanhos de até sete centímetros todos vazios!
Aprendi muito com essa experiência, não me arrependi de não ter exterminado as folhas com suas hóspedes e certamente nunca vá deixar de ser uma Observadora do que acontece a meu redor.
O Mundo é absolutamente muito mais extenso e importante que minha Vida ou meus problemas.
A Vida é esse Pulsar Excitante e Constante.

Catiaho Alc./ReflexodAlma entre sonhos e delírios
71027072






terça-feira, 25 de julho de 2017

PARCERIA&POESIA DE LUTO PELA PERDA DO NOSSO AMADO E QUERIDO Escritor Rubens Vieira de Oliveira

1926-2017
SOBRE O AUTOR RUBENS VIEIRA DE IVEIRA

O Escritor Rubens Vieira de Oliveira é um cidadão capixaba que dedicou sua vida a sua família e a seu trabalho de servidor publico. Sempre atuando na área da administração publica, especificamente  na área fazendária. Por ser um pesquisador desde tenra idade foi reunindo material de relatórios sobre as cidades e a vida no ES. Depois de reunir bastante material foi que começou a trabalhar na direção de escrever um livro. Fui apresentada a ele por seu filho Rubens Jr. em 2013 e fui contratada pelo autor para registrar e organizar a obra em setembro desse mesmo ano. Aos 89 anos o sr. Rubens cuida ele mesmo da administração de sua casa e negócios
Depois de 15 meses de muito trabalho no dia 26 de dezembro chegando de viagem do RJ e  ainda
em  2014  recebi  a entrega do livro do O Dono do Território Capixaba e como  agendado foi no ultimo dia do ano  pudemos realizar o pré - lançamento em grande estilo. O autor reuniu ao redor de si apenas familiares. Foi uma inesquecível tarde. Agora é aguardar a data do lançamento de fato e depois encaminhar o livro,  pois é desejo do autor que seja adotado pela rede de ensino do estado.

Esse livro é recheado de informações sobre o primeiro
donatário  do ES e sobre as cidades desse belo estado.




AS SEMENTES ESPALHADAS DANDO SEUS FRUTOS





BEM ATENTA E SATISFEITA AINDA ESTOU RECEBENDO MATERIAL SOBRE ESTE LANÇAMENTO 
MAIS NOTÍCIAS DO LANÇAMENTO> :

http://www.es.gov.br/Noticias/174971/servidor-publico-estadual-lanca-livro-sobre-a-historia-do-espirito-santo.htm

 http://seculodiario.com.br/23251/17/biblioteca-publica-sedia-o-lancamento-de-livro-sobre-historia-do-povo-capixaba

http://cenavitoria.blogspot.com.br/2015/06/historia-do-povo-capixaba.html


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------



Esse livro é recheado de informações sobre o primeiro
donatário  do ES e sobre as cidades desse belo estado.









O Escritor e suas Filhas


O autor, seus irmãos e irmã, suas filhas, genros, netos, netas e bisnetos.


----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------



domingo, 23 de julho de 2017

Tempo de Frases minhas



Toda poesia é autônoma 
Solitária
Ainda que ao seu redor
Mantenha uma
Multidão.

                                                                     

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Num piscar dos Olhos: 6 ótimos anos passaram e o 7º já começa com alegria e paz.



Esse blog nasceu pra ser um encontro de vários amigos que compartilham a delícia da palavra. Seja em seus blogs ou por  outros meios. De alguma forma tenho mantido por perto pessoas extraordinárias, adoro isso.
Muitas conheço e conhecerei apenas de blogs, outras já tive o privilégio de conhecer pessoalmente, outras sei que ainda vou estar frente a frente na hora certa.
Mas por enquanto vamos estreitando os laços por esse maravilhoso espaço virtual.
Hoje especialmente trago meu amigo silvioafonso  do blog http://palhacopoeta.blogspot.com e sua postagem de ontem(la bem de ontem no passado) que muito deixou esta poeta encantada.
Penso ser um ótimo começo pra um espaço, pois seres que se respeitam e se doam em Palavras é algo digno de ser eternizado entre sonhos e delírios.

http://palhacopoeta.blogspot.com/
http://palhacopoeta.blogspot.com.br/2010/07/tritubo-catiaho-alcantara.html

Depois de tomar conhecimento que uma linda escritora, atuante do seu Blog, resolveu protagonizar o longa-metragem que conta a história do seu sucessos eu respiro, tomo o tempo, que comprovadamente é pouco, armo-me de cavalete, pincéis e poucas tintas e pinto o quadro da minha vida. Sou filho de um casal que se dividia entre as artes; minha mãe amava o belo e o meu pai a perfeição. Por anos dividiram entre eles um amor de fantasia, de contos de fada com herói sem covarde, com mocinha sem bandido. Dois anos mais tarde bate o gongo e eles saem para o primeiro round de uma luta pelo primeiro filho. Deu menina na primeira de muitas tentativas. Outros rounds antecederam o meu, sendo que para cada um novo outra menina rompia a fita de chegada. Meu pai quis desistir do embate, jogar a toalha, porém a minha mãe que não ganhava a luta, mas perdê-la não sabia, tratou de inspirar o cavalheiro de todos os gestos e de todas as palavras. Reanimou nele o músculo da vaidade que ora fraquejava para dar, ela mesma, o golpe de misericórdia e num nocaute fulminante eu nasci e acabei com o adorável sofrimento. Choro forte, riso farto. Beijos e abraços com sangue pintando a cena. Entre os dois o amor, o amor que sangrava o sangue de cada um, o sangue de todos nós, possível vencido e possíveis vencedores. Cinco pares de peitos, cinco duplas de pernas femininas. Um homem ditando amor e u'a mulher com o nome de Maria. Tratamento igual para menino e meninaS. Estudar para andar com os próprios pés sem a necessidade de olhar por onde anda. Professores do primeiro grau, do segundo e depois, da Pós, do mestrado, professores da universidade onde estudaram. Família respeitada por quem a conhecia, mas o tempo, aquele tempo, lembra? Pois é. Covarde como é levou o meu pai. O pai nosso, o pai de todos e nós, voando como voam as andorinhas vimos o pai voar de uma vida de pouco tempo para outras de eterna melancolia. Em cada palavra que dizemos o meu pai está presente. Em cada gesto, em cada riso o riso gesticulado de um cara que amou a mesma mulher como que fosse ela a única, a Eva do paraíso, e ela, novamente virgem depois que ele partiu. 
Eu tenho orgulho quando lembro do amor dos meus velhos. Ele era lindo e a beleza desse amor fazia feliz o casal que não abria mão do pagamento de suas dívidas, de desculpar-se pelo atraso de algumas promessas e do meu pai esquecendo-se de algumas datas que muito me fazia rir. Tenho vergonha, como dizia, de não ser, depois de tentar sem esmorecer, a metade de tudo que o meu pai foi com a doçura de sua presença. Infelizmente a morte burra levou quem não devia, mesmo tendo deixado a mulher, mãe de todos nós, como consolo eu não desculpo o ciclo da vida.
Enfim, como só morre quem é esquecido, o meu pai vive comigo, aqui, no lado esquerdo do meu peito e nos meus pensamentos onde o seu nome pulsa forte, como as cores desta tela.

silvioafonso

terça-feira, 18 de julho de 2017

Através


Do brilhar de cada estrela
E do prateado do lugar
Enquanto as ondas
Anunciam o poderio do mar
A poesia vai assim
Simplesmente 
Aos poucos
Acontecendo
Através 
Da pura intenção
De com poesia
A gente se
Envolver
Copyright ®reflexodalmafasell
CatiahoAlc/Reflexo dAlma
entre sonhos e delírios

17/05/14 00:22

Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!

Venho aqui e Olho pro amanhã dessa forma: com ALEGRIA!
Já caminhei muito tempo sem me dar conta do quanto é importante o que eu sei, quero e posso. Passei muio tempo dando prioridade a todos ao meu redor. Daqui pra frente meu olhar obedece a uma nova perspectiva, pois minha palavra de ordem é ALEGRIA.Não quero e não vou viver mais um segundo sem esse ingrediente essencial.. Experimentem e depois de contem o resultado. CatiahoAlc, terça feira 05 de janeiro de 2015

Eu sempre entre meus sonhos realizados e meus delírios incessantes...

Eu sempre entre meus sonhos realizados e meus delírios incessantes...